Vígilia pela Democracia 2020


Neste ano, a caminhada não pode ser realizada pela impossibilidade de ocuparmos as ruas com a chegada do coronavírus. Mas, a necessidade de isolamento não impediu que a iniciativa se transformasse em mais de 24 horas de ações pela internet.

Vídeo produzido para incentivar a mobilização
Vídeo criado para lembrar a data


A maioria da programação aconteceu PELAS REDES SOCIAS
na página do FACEBOOK


A Violência do Estado lembrada pela Vigília produziu e produz vítimas de várias formas. Torturas, execuções sumárias, desaparecimentos forçados e tratamentos cruéis são uma face da moeda, mas não se. pode esquecer das vítimas decorrentes da misoginia, da xenofobia, da perseguição contra a liberdade de expressão e liberdade de imprensa, da intolerância política oriunda de atos estatais; enfim, das diversas expressões do autoritarismo. 

Como foi a programação

PROGRAMAÇÃO DA VIGÍLIA PELA DEMOCRACIA

31 de março

14:00 – Twittaço (use as Hashtags)
#DitaduraNuncaMais
#56AnosDoGolpeMilitar
#LutoNaJanela

18:00 às 20:00 horas

WEB-SEMINÁRIO #DitaduraNuncaMais Moderação Luis NassifJornalista e Eugênia GonzagaProcuradora Regional da RepúblicaParticipantes:Marlon WeichertProcuradora Regional da RepúblicaMaurice PolitiIntegrante do Núcleo de Preservação da Memória PolíticaRogério SotilliPresidente do Instituto Vladimir HerzogAdriano DiogoPresidente da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo – Rubens PaivaDiva SantanaMembro da Comissão Nacional da Verdade e Famíliar de Mortos e Desaparecidos PolíticosRosa Cunha CardosoAdvogada e Membro da Comissão Nacional da VerdadeJames GreenHistoriadorMárcia HattoriAntropóloga ForensePerita com atuação em valas antigas (Brasil, Peru e Espanha)Cajá NunesDiretor do Centro Cultural Manoel BezerraCarmen SilvaCoordenadora do Movimento do Sem Teto do CentroIvan SeixasJornalista Ex-preso político e familiar de vítimas da ditadura

LINK direto AQUI

20:30 – Barulhaço


21:00– Twitaço (use as Hashtags)
#DitaduraNuncaMais
#56AnosDoGolpeMilitar
#LutoNaJanela

21:30 – Sarau da Vigília

22:00 – Filme “O dia que durou 21 anos” (2013), Direção e Roteiro Camilo Tavares, Produção Karla Ladeia.

2012 ‧ Documentário/Thriller ‧ 1h 17m

Documentos secretos e gravações originais da época mostram a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe de Estado no Brasil em 1964. O filme destaca a participação da CIA e da própria Casa Branca na ação militar que deu início a ditadura.

1º de abril

A partir de zero horas até meio dia serão exibidos e disparados nas redes sociais, filmagens curtas com depoimentos de pessoas das mais diversas origens sobre a Ditadura Militar; Podcasts, entrevistas e videologias.


Alguns filmes foram gentilmente cedidos para serem exibidos apenas durante as transmissões ao vivo da vigília

9:40 – “Alma Clandestina” (2018), Direção: José Barahona sobra a Maria Auxiliadora Lara Barcellos.


11:45 – Filme “Lauri e a Subversão” – (Lauri and the Subversion) 2018, Direção de Marco Antonio Visconte Escrivão, Pedro Fernandes Russo.
(curta metragem 25 min )

12:20 –  Filme “Diário de uma busca” (2011) Direção de Flávia Castro.
(longa metragem 1h48min).

14:00 – Filme “Torre das Donzelas” (2019) Direção de Susanna Lira, música de Flavia Tygel e produção de Lívia Nunes. (longa metragem 1h37min)

16:00 – Filme “Trago comigo” Direção de Tata Amaral,
música de Bruno Serroni, Habacuque Lima. (longa metragem 1h24min)

18:00 – Twitaço final (use as Hashtags)
#DitaduraNuncaMais
#56AnosDoGolpeMilitar
#LutoNaJanela

18h:00  – Debate sobre 

56 Anos do Golpe no Brasil: Ditadura Nunca Mais

Com os convidados:
Maria Rita Kehl
Vera Paiva
João Goulart Filho
Renan Quinalha

LOCAL: Live pela página do facebook do DCE Livre da USP


Os participantes da Vigília se identificaram usando o selo:

Como surgiu o movimento …

Em Março de 2019…

… milhares de pessoas saíram às ruas, em todo o país, para participar de marchas silenciosas e das mais variadas manifestações realizadas em protesto ao golpe civil-militar de 1964.

Foi o maior ato público contra a ditadura militar e a recorrente violência de Estado, desde a Constituição de 1988.