Como surgiu o movimento

Dar resposta às milhares de vozes que ecoaram ao final da 1ª Caminhada do Silêncio – realizada em São Paulo (SP), em 2019 – contra a violência perpetrada pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar.

É para realizar este objetivo que existe movimento “Vozes do Silêncio contra a Violência de Estado”, que busca preservar a memória e revelar a verdade para evitar que se repitam as violações de direitos humanos cometidas durante o período ditatorial e garantir que novos episódios não ocorram frente ao atual contexto político.

Em 31 de março de 2019, milhares de pessoas saíram às ruas, em todo o país, para participar de marchas silenciosas e das mais variadas manifestações realizadas em protesto ao golpe civil-militar de 1964.

Foi o maior ato público contra a ditadura militar e a recorrente violência de Estado, desde a Constituição de 1988.

Naquele domingo, o silêncio foi quebrado por vozes que se ergueram para defender valores democráticos; para clamar por Justiça; para honrar a memória das milhares de pessoas assassinadas, desaparecidas e torturadas pela ditadura militar e de todas as demais vítimas da violência que o Estado acumula, mesmo após a redemocratização.

O “Vozes do Silêncio” manterá viva a jornada iniciada em 31 de março de 2019, não apenas para reforço dos eventos que anualmente são promovidos no dia 31 de março, como também para inspirar outras ações que contribuam com a luta histórica por Democracia e por Justiça para todos e todas as pessoas, sobretudo às populações atingidas pela violência de Estado, sob todas as suas formas.

PARA QUE NÃO SE ESQUEÇA.

PARA QUE NUNCA MAIS SE REPITA.

Assista abaixo ao filme “I Caminhada do Silêncio”, que conta como foi a primeira edição desta grande mobilização em prol do direito à memória, à verdade e à justiça para todos que sofreram com a violência do Estado.

VEJA QUEM JÁ ADERIU

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